#relato | Artur nasceu de parto normal

Pari! Toda vez que digo isso meu coração acelera, eu me emociono e me sinto mais forte. Porque parir, parir mesmo, é mais gratificante do que dar à luz. Vai mais além. É muita emoção misturada, difícil definir.

Eu já estava convicta que Artur só viria depois de alcançar 41 semanas de gestação. Não estava ansiosa, tanto que nem cheguei a deixar tudo pronto. Mas eu tinha medo. Medo de nada acontecer.

Nessa onda de medo e paciência, todo e qualquer sintoma que eu tinha acabava sendo associado a qualquer coisa, menos ao fato de que Artur estava para chegar. Juro que, hoje (3), mesmo escrevendo o relato do meu parto natural “humanizado” hospitalar custo a acreditar que meu príncipe já nasceu e da forma que idealizei.

Os pródromos começaram a vir no sábado 29. Eram contrações acompanhadas de cólica. Não tinham ritmo e eu jurava que estavam associadas a alguma dificuldade intestinal. Na boa, mandei uma inbox só relatando pra minha doula Vanja. Assim, só de aviso, sem perguntar nada.

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No dia seguinte ela veio me ver. Me orientou a andar, a comer melhor por causa do intestino, reforçou os exercícios de respiração e seguiu para acompanhar outra gestante que estava em TP próximo daqui.

Saí com o marido pra almoçar, fomos ao mercado comprar algumas coisas pra casa e ao retornarmos demos uma boa namorada. Daí as dores já estavam mais intensas e começando a tomar ritmo. As contrações vinham de 15 em 15min, depois 10 em 10, 8 em 8… Ficando cada vez mais próximas, entretanto dando uma desritmada vez ou outra. Avisamos Vanja, nossa doula, e seguimos com o resto de domingo. Terminei a faxina que havia começado há dias no quarto das crianças, tomei um banho e uma boa caneca de chá de camomila com biscoitos.

Quando dei por mim estava rebolando na bola de pilates a cada 6min. O intervalo entre as contrações. Fui colocar Beatriz para dormir e ela adormeceu fazendo carinho em mim, porque de tão fofa ela percebia que eu não estava tão bem.

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Cronometrando as contrações

Guto foi buscar a doula e eu me apeguei à bola de pilates como se não houvesse amanhã. Quando Vanja chegou, acompanhou o ritmo das minhas contrações, colocou o digníssimo para fazer um caldo de abóbora e me ajudou com exercícios durante as contrações. De repente até minha mãe estava lá. Todos estavam convencidos da iminência do trabalho de parto. Menos eu.. Já era noite de domingo. Não sei ao certo a hora. Talvez umas 23h.

Tomei o caldo e decidi que queria dormir. Como deitada as dores eram mais intensas, me ajeitei no canto do sofá e dormi. Sim, dormi melhor do que todos os outros que estavam tensos com a mulher ali, prestes a parir. Lembro de acordar vez ou outra para ir ao banheiro e só.

Segunda-feira chegou. Mamãe foi trabalhar e Vanja não me poupou. Depois do café-da-manhã, fomos fazer exercício e chocar a população de Águas Claras com uma grávida rebolando no meio da rua. Andamos um monte.

Ao voltar, fui dar atenção à Beatriz e, depois, mais um pouco de atividade: dez andares de escada sem parar e não tive contrações nesse percurso. Comi mais umas frutas, almoçamos e Bia foi pra creche.

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Na bola de pilates e brincando com Bia

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Dez andares de escada feliz e contente

Depois do almoço comecei a perder o tampão. Foi aí que consideramos que o trabalho de parto estava ativo, por volta de uma da tarde. Tentei dar uma descansadinha, mas não consegui. Ter contrações deitada não é pra qualquer uma. Fui pro banho com a promessa de mais caminhadas na praça.

Durante o banho, Vanja acompanhou o intervalo das contrações e disse: “é hora de ligar para o doutor Petrus”. Na minha cabeça, era ligar e apenas informar o intervalo que estava de 4 em 4 ou de 5 em 5 minutos. Por mim eu ficaria ali, debaixo do chuveiro por muito tempo ainda.

Dr. Petrus orientou que fossemos à maternidade, que dependendo do colega eu seria avaliada por quem estivesse lá ou esperaria pela chegada dele em seguida. Fui recebida pela doutora Camila, que fez o toque e constatou que o colo estava bem apagado. Ela foi tão doce e delicada que nem senti o incomodo do toque. Me mandou para a internação.

Enquanto rolavam as burocracias sistêmicas e dr. Petrus não chegava, fomos Guto e eu caminhar pelos arredores da maternidade. Fiquei com fome e fomos ao subway fazer um lanche e chocar a população do Sudoeste com uma grávida rebolando até o chão dentro da lanchonete.

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Quando retornamos, dr. Petrus já nos aguardava e a internação havia sido liberada. Fui avaliada por ele: 4 para 5 centímetros de dilatação. Contrações ritmadas de 4 em 4 min.

Subimos para o quarto, acho que umas 4 para 5 da tarde. Andei pelo hospital, subi escadas, bebi água, comi, rebolei na bola, nos corredores, tomei banho.

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Ainda pura alegria

Meu mundo já era outro. Eu sentia as contrações, a bacia se abrir, Artur escorregar… Eu sentia tudo e ao mesmo tempo não sentia nada. Pensava a todo instante na Beatriz e no seu abraço pequeno do tamanho do mundo.

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Massagem na lombar

O trabalho de parto estava evoluindo bem e pelas auscultas Artur estava ótimo. Dr. Petrus reforçou várias vezes que não havia nenhum indício de rutura uterina, por causa da cesárea anterior. Que eu estava indo muito bem e que Artur estava ótimo.

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Auscultando o bebê

Antes que ele retornasse ao quarto para mais um toque, corri para o banho. Eu não queria mais fazer o toque. Não pelo toque em si, mas porque deitada eu me sentia fraca diante das contrações.

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Agachamento no banho

Fiquei um bom tempo embaixo do chuveiro. Já estava um tanto cansada, um tanto grogue e um tanto na partolândia. Apenas avisei: “se não descermos agora para a sala de parto, não sei se darei conta depois”. Antes de descer tive enorme vontade de fazer cocô e só lembro da Vanja dizendo alguma coisa do tipo “não é bem com vontade de fazer cocô que você está. Vamos andando”.

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A cara do cansaço

Foi uma longa caminhada até a tal sala de parto humanizado da Maternidade Brasília. A cada dois passos, uma contração e uma rebolada. Além de ajudar Artur a descer, me aliviava a dor. Apesar de tudo, nem percebi o caminho. Eu já não estava mais ali, estava na Partolândia. Nem percebi que ficamos 20 minutos na porta da sala esperando para abrirem a porta, também nem me espantei com a frieza do ambiente da dita sala humanizada. Aí já eram 23h46.

Rebolando com Vanja e ganhando massagem da dona mãe

Rebolando com Vanja e ganhando massagem da dona mãe

Eu estava me sentindo viva, plena, mais forte e igualmente poderosa do que nunca. Em um segundo me passou pela cabeça: vou desistir, quero drogas! Mas foi tão rápido que nem notei essa fraqueza. Quando dei por mim estava agarrada às barras de metal querendo fazer força. Reclamei da calcinha que ainda não havia tirado e que eu não queria mais fazer o toque. Então entrei na banheira. Guto entrou logo atrás, era nele que eu me apoiava.

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Dali só sairia depois de ter meu Artur

Dali tudo foi tão rápido que dá vontade de voltar no tempo e fazer tudo de novo. Eu não via nada à minha frente. Só queria fazer força. Todo o cansaço e dor sumiram. Lembrava da minha Beatriz, de como seria melhor pra ela ter vivido isso. Lembrava do meu irmão David, que faleceu em 2012 depois de lutar sem fraquejar contra um câncer. Nessa hora eu vi a guerreira que há dentro de cada mulher: eu também não vou fraquejar.

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Alguém dizia “ele é cabeludinho, muito bem, Jéssica!”. A cada força que eu colocava, ele descia um pouco mais e apontava a cabecinha. Dr. Petrus com sua técnica falando: “é assim mesmo. Ele sai e volta, mas não volta muito. Cada vez ele desce mais.”

Aí eu coloquei força pra valer e senti algo sair. Era a bolsa. Enfim, ela rompeu. Todos comemoraram. Eu só me perguntei: que porra é essa?! Tentando decifrar aquela bola que saiu de mim. Dr. Petrus: “agora vai ser bem rápido”. Vi minha mãe no fundo da sala. Tentei esboçar um sorriso. Vanja dizia: sinta cada pedacinho. Não tenha pressa. É tudo muito rápido.

Eu suspirei. Coloquei força e senti o maior êxtase do mundo. Cada pedacinho do meu filho passando por mim. Eu não era mais cansaço, era energia e amor da forma mais pura. Felicidade gigante num só instante: quando peguei o meu menino nos meus braços. Assim, do jeitinho que eu imaginei.

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o momento mais sublime

Curti aquele momento com toda a singularidade que lhe foi própria. Guto cortou o cordão. Levaram o bebê e eu fui pra maca, 10 minutos depois pari minha placenta.

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Exausta. Mas tão radiante. Eu encontrei o parto que busquei. Lindo. Sereno e repleto de amor. Eu tinha nos meus braços um príncipe, chegado ao mundo instantes antes.

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Presente das amigas Mariana e Kat <3

Artur nasceu via parto normal às 0h26 do dia primeiro de abril de 2014,  17 meses depois do nascimento da irmã Beatriz por cesárea. Sem cortes, sem drogas para dor, sem medicamentos para indução. Só amor! Contra as falácias do sistema, nada melhor que o empoderamento. Como sou grata, Deus!!!

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Vídeo do parto

Nascimento do Artur from Me Sinto Grávida on Vimeo.

Fotos pela super fotógrafa e amiga Kat Amado

30 comments

  1. Anne Almeida says:

    Que lindo! Parabéns pela força e pela determinação. Minha Olívia também nasceu de parto vaginal, mas não tive a sorte de ter uma equipe ou hospital bons aqui na minha cidade. Lendo seu relato, tive vontade de ter mais um e, agora, não cometermos mesmos erros de acreditar na equipe do hospital ou na GO que me acompanhava. Parabéns, mais uma vez por seu presente! Felicidade para toda família! Guiados por uma mulher empoderada, será só felicidade!

    • Jéssica Macêdo says:

      Obrigada, Anne!! Ainda bem que temos a oportunidade de tentar de novo e digo. Acho que terei mais um, mas dessa vez será em casa. Apesar de tudo, estar no hospital não foi fácil, principalmente para o bebê. A equipe neonatal não respeitou o meu plano de parto. Ainda vou falar disso aqui. Mas já avancei um pouco em ter conseguido o parto que eu queria. Beijo grande e quando for dar um irmãozinho ou uma irmanzinha para a Olivia, volte aqui para nos contar.

  2. brabul says:

    quanto foi o capurro? eu mesmo 41 semanas?? Relato lindo lindo lindo! Mereceste tudo, amiga!! Porque buscaste e não desististe! Guerreira, você e o guto venceram mais essa batalha contra o sistema. Vocês e enchem de orgulho!

    • Jéssica Macêdo says:

      Jéssica, pelo pré-natal eu estava com 40 semanas e 4 dias. Pelo diagnóstico final, 40 semanas e 5 dias ahahha. Obrigada por todo o apoio que você sempre me deu nesta escolha. Te amo!!! =*

  3. Erica Regina says:

    Muito lindo o relato do seu parto! Eu que não sou mãe, que ainda não vivi esses momentos pude sentir meu coração acelerado só de acompanhar sua emoção! A vida é uma benção mesmo e você é mais que uma guerreira!!! Parabéns!

    • Jéssica Macêdo says:

      Obrigada, Ericat!!! Desejo que você sinta toda essa emoção quando for sua vez e quero estar lá para te dar todo o apoio do mundo. Beijocas

  4. Ramires Ferraz says:

    Nossa fiz questão de ler tudo! Que lindo viu Jéssica?! Eu não tive parto normal, mas quem sabe do segundo filho eu pense nisso! Imagino sua sensação, a alegria, sem dúvidas um momento único na sua vida!

    Lindo seu filho! Que Deus abençoe você e sua família! por http://www.cantomaebebe.com.br

    • Jéssica Macêdo says:

      Obrigada, Ramires!! Se empodere, mulher, que você com certeza terá. Eu quase que ia pra faca também no segundo parto, mas comecei a estudar sobre o tema e consegui meu abençoado parto natural. Beijão.

  5. Paula Ramos says:

    Lindo demais! Parabéns Jéssica! Seu relato encoraja a nós mulheres que sonhamos com um parto natural porém frustradas pelo “sistema”. obs: rindo horrores da “população chocada”! Você é ótima!

    • Jéssica Macêdo says:

      Obrigada, Paulinha! E sério… Hahaha eu parecia um ET praquelas pessoas. Sério. Devíamos ter tirado fotos da cara da “população chocada”.

  6. Juliana MSC says:

    Caramba chorei muito lendo seu relato Jéssica! Não tinha visto esse post ainda. Que lindo!!! Que coragem!! Acho que o mais difícil é lidar com a “população chocada”, com pessoas até mesmo no hospital, que não são preparadas p/compreenderem esse momento (o q também é chocante, afinal de contas estamos falando de parir). E que importante é esse relato para o empoderamento cada vez maior das mulheres! Sou muito sua fã! Beijos p/família! 🙂

    • Jéssica Macêdo says:

      Ju, faltou finalizar com a população chocada do hospital. As enfermeiras não queriam me deixar sair andando com meu filho no colo. Hey girls, meu parto foi normal. E todas ficaram chocadas, acho que no período que fiquei lá, fui a única a parir. É mesmo um sistema difícil de vencer. Beijos

  7. thaiscamargo says:

    Estou grávida de 19 semanas e na pesquisa sobre os tipos de parto. Nunca cogitei parto normal (não por imposição do sistema e sim porque sou muuuuuuuuuito medrosa e meio fraquinha com dores) mas antes de tomar uma decisão resolvi me informar e o seu relato foi o mais lindo que vi! Fiquei emocionada, me emocionei com as fotos e suas palavras… parabéns, você é uma guerreira e um exemplo! Aqui em casa a minha irmã é uma defensora ferrenha do parto humanizado (mas nunca ficou grávida), minha mãe teve parto normal 2x e não ficou “traumatizada”, no caso dela foi tudo muito rápido, mas ela acredita que por já ter me acompanhado em crises de cólicas menstruais fortíssimas minhas (com dores que vinham da lombar para o baixo ventre) enlouquecia, pressão subia, etc, morre de medo de eu passar pelo PN, pois acha que não vou dar conta e vou te um “colapso”, rsrsrsrs. Meu namorado quer que eu faça normal (acho que ele está pensando que como minha recuperação será mais rápida, ficarei de “greve” menos tempo, rsrsrsrs)… enfim, obrigada por dividir sua experiência, certeza que fará diferença na minha decisão final!

    • Jéssica Macêdo says:

      Oi, Thais! Muito obrigada por suas palavras. Vou dizer uma coisa que, talvez, contribua com sua escolha. Eu sempre “morri” nas cólicas menstruais. Febre, enjôo, vômito, dor de cabeça, desmaio, e mais um pouco sempre fizeram parte da minha convivência com as cólicas menstruais e por isso mesmo sempre me achei capaz de parir. Tipo “eu passo por isso todo mês, então já estou treinada para aguentar a dor do parto”. E num é que eu tqva certa. Aliás, achei partir menos dolorido que aa minhas cólicas menstruais.

      Desejo uma boa gestação e tenho certeza que você saberá optar pelo melhor pra você e, principalmente, para o seu bebê.

      Beiiiijo

  8. Adriana Alves says:

    Olá Jessica!! Parabéns pela coragem e força, estou de 14 semanas e em busca do parto humanizado aqui no df, já passei por 4 médicos e todos tentam me desencorajar a respeito deste parto. Enfim, à procura do parto humanizado encontrei a maternidade brasilia e vi seu relato, senti um grande alívio em saber que posso ter meu bebe da maneira mais natural possível. Só tenho algumas dúvidas e se puder me esclarecer te agradeço imensamente: 1) o seu médico (dr. Petrus) faz parte da equipe da maternidade brasilia? 2) é necessário fazer PN somente com um médico que atenda na maternidade brasilia? 3) poderia me passar o contato dele?. Bom essas sao algumas dúvidas que poderiam me ajudar nesse momento, estou me sentindo meio perdida, pois quero dar andamento correto ao meu pre natal com um único médico, e que este médico corresponda as minhas expectativas de ter um parto humanizado. Mais uma vez, parabéns!! Grande beijo =*

    • Jéssica Macêdo says:

      Olá, Adriana! Obrigada pelas felicitações. Que bom que você já no início da gestação está se empoderando. Preciso adiantar uma coisa a respeito de médicos, é que médicos de convênio não fazem PN, salvo exceções. Escrevi um post a respeito, se desejar ler segue o link http://www.mesintogravida.com.br/2014/06/medico-de-convenio-nao-faz-pn/. Em Brasília, só sei de um, dr. Marcondes, mas que tem muitas limitações e costuma fazer intervenções além do necessário (pelo que já li em relatos).

      O Dr. Petrus Sanchez é particular, ele atende na Maternidade Brasília mas não faz parte da equipe mais. Você pode escolher outro médico ou outra maternidade. Pode também contratar uma equipe de enfermeiras obstétricas e ter um lindo parto domiciliar (se a gravidez for de risco habitual). Contato: 3366-4815, atende na clínica Sago no edifício ao lado do Hospital Brasília, no Lago Sul.

      Espero que eu possa ajudá-la. Enviarei estas informações por e-mail, assim, sempre que quiser pode me contatar direto por lá. Mega beijo

  9. Danielly Araujo says:

    Oláá! Que delícia ler seu relato. Também moro em Águas Claras e pari na Maternidade Brasília com a dra. Camila no dia 04/05/2014. O meu parto foi maravilhoso (vapt vupt. 1h30 de TP kkkk) e eu gostei muito da médica tbm.
    Adorei seu relato! Vamos ver se no próximo baby dá tempo de chegar na banheira. Hihi

    • Jéssica Macêdo says:

      Oi, Danielly!!!

      Obrigada por compartilhar conosco sua experiência. Esses partos quiabos são demais ahahaha! Por favor, saberia me dizer o sobrenome da sua médica? Você foi na cara e na coragem parir com o médico de plantão ou a dra Camila já era sua médica?

      Beijão

  10. Erica Rabelo says:

    Que lindo que foi o parto do seu Artur! Amei a montagem da Kath… hahahaha Não sei se lembra de mim, faço monitoramento para o MS, e nessa semana de incentivo ao parto normal, ler sobre a sua experiência só confirma que as mulheres deveriam buscar passar por essa experiência tão incrível. Ainda não sou mãe, mas cada vez fico mais maravilhada com relatos como o seu. Parabéns pelos babys lindos que tem!! Bjos

    • Jéssica Macêdo says:

      Oi, Erica! Lembro, sim, de você!

      Pois é, meu desejo é que mais e mais mulheres possam viver boas experiências assim.

      Obrigada pelo carinho.

      Beijos

  11. Karla Portes says:

    Que lindo!!
    Choreii e muito
    Tenho uma filha de 9 meses
    tentei parto normal foram 25 horas de parto ativo e com 10 centimetro de dilatação. Mas não foi possivel. Minha bebeê estava com a cabeça torta e nao encaixava.
    E a fraqueja me abatei, fome, e ânsia de vomito. Foi que eu desisti e fui para o centro cirurgico.
    Mas eu sonho com o meu parto normal!!!
    Meu proximo filho vou tentar com todas as minhas forças.
    Obrigada.. sua historia me encorajou mais ainda!

    • Jéssica Macêdo says:

      Oi, Karla!

      Obrigada por compartilhar sua experiência. Ao menos você tentou e isso já traz enormes benefícios para a sua filha e para você. Numa próxima gestação seu organismo já vai ter registrado esse processo de dilatação, você vai ver que vai ser mais rápido. Boa sorte! Se precisar de apoio, estamos aqui. Beijos

  12. Cassia says:

    Olá, sua história é linda e emocionante, mas quais foram os valores para que vc tivesse um parto assim?

    • Jéssica Macêdo says:

      Olá, Cassia! Obrigada <3

      À época, o plano de saúde cobriu toda a parte de internação. Paguei ao médico R$ 5.200,00, + R$1.200 da doula + R$ 500 da sala de parto humanizada da maternidade. Com certeza esses valores aumentaram bastante.

      Espero tê-la ajudado.

      Beijos

  13. Samara says:

    Preciso parar de chorar. Que bom que achei seu blog. Eu tive cesárea numa história parecida com a sua e estou com 36 semanas, muito feliz pq tbm encontrei uma doula pra chamar de minha, e muito feliz por ter conhecido sua história, da Beatriz e do Artur.

    • Jéssica Macêdo says:

      Oi, Samara! Fico feliz em tê-la motivado de alguma forma. Depois me conta como ocorreu tudo. Um grande beijo

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