A bebê anjo que ficou birrenta

Os dias por aqui não têm sido fáceis, principalmente para a pequena Beatriz. Ela tem tido que lidar com muitas mudanças e incômodos e no auge dos seus 18 meses, é difícil de entender certas coisas. Cabe a nós, pais e cuidadores, absorver o mantra: paciência, paciência, paciência.

Haja criatividade para lidar com o mau humor e momentos de fúria da pequena.

Haja criatividade para lidar com o mau humor e momentos de fúria da pequena.

É que a pequenina, há quatro meses sofre com uma tosse e catarro sem fim. Não havia tido febre e a cada ida ao médico é uma medicação diferente (estou bem cansada disso). Mas semana passada a febre veio e custou a ir embora. Ela ficou muito, mas muito mesmo, enjoada. Manhosa, dengosa, birrenta… Não queria comer, logo ela, nossa draguinha da estrela. Acreditamos ser algo relacionado as presas ou caninos que estão apontando. Várias idas ao médico, nenhum exame e trocentos diagnósticos e receitas de medicamentos. Caramba!!! Só sabem medicar?

Bom, até que ontem, mais uma tentativa. Minha mãe a levou a emergência por conta de umas manchinhas na pele. Pronto! Enfim um diagnóstico para o que ocorreu na última semana: roséola. A gente até fica mais aliviada. Não é uma doença grave e logo passa… O problema é lidar ainda com a manha dela. Fomos novamente ao médico hoje. Uma médica cubana a atendeu desta vez. Que pessoa gentil, amorosa, cuidadosa e detalhista. Ela disse que Beatriz está sofrendo com a somatória de tudo. A tosse, que pode ser alérgica, a roséola, os QUATRO caninos nascendo ao mesmo tempo e a chegada do Artur, que tirou a exclusividade que ela tinha de todos, principalmente da mãe aqui.

O jeito é ajudá-la a passar por esses desconfortos da forma mais tranquila possível, atentando-se não somente para o físico mas também com o emocional. Quem sabe assim ela volte a ser a nossa bebê anjo e esta seja apenas uma fase birrenta.

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